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Explicamos as duas razões óbvias pelas quais esse disparate de Lula não faz o menor sentido

E não é preciso ser um gênio para constatar os dois fatores.

Eis que Lula resolve falar o seguinte (já voltamos com a análise das obviedades):

Pois é. Vamos lá.

Obviedade 1 – é mentira

A frase é simplesmente falsa, não condiz com a verdade. Ponto. Sempre houve crianças pedindo esmolas durante esse tempo todo e qualquer morador de cidade grande ou média sabe disso, pois nunca as deixou de ver ao parar num semáforo. Inacreditável que ele diga algo do tipo sem nem ficar vermelho.

Obviedade 2 – de quem é a “culpa”?

Vamos supor que a frase tenha sido um exagero retórico, uma “força de expressão” ou algo assim. Nesse sentido, a intenção seria falar do aumento da miséria ou coisa do tipo. Pois bem: de novo, está errado. E maliciosamente errado. Isso porque a economia não se resolve em um ou dois anos, bem ao contrário. Assim, GRANDE parte da desgraceira que se vê hoje não é reflexo de medidas econômicas saneadoras (que, por sinal, já mostram resultados positivos), mas sim dos ANOS E ANOS DE POLÍTICAS DESTRUIDORAS. O que se vê agora, portanto, é o pagamento daquela conta – quadro que, repita-se, está no caminho da melhora, mas obviamente ainda leva tempo (sobretudo pela grandeza do estrago).

Simples assim.

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