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Fiscalização frouxa nas fronteiras atrai tráfico internacional para a Amazônia brasileira

Foto: Antônio Cruz/ABr - Agência Brasil

Em 2014, enquanto aumentava gastos com a Copa, Dilma reduzia o investimento da proteção das fronteiras.

A coluna Radar traz uma informação que merece bastante atenção da oposição, uma vez que o governo federal adora terceirizar aos estados o estouro da criminalidade nos últimos anos. Conta Vera Magalhães que, como os Estados Unidos fecharam acordos de combate ao tráfico com Colômbia e Peru, o tráfico internacional de drogas anda não só se refugiando na Amazônia brasileira, como usando uma nova rota de fuga pelo Brasil.

Foto: Antônio Cruz/ABr - Agência Brasil

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Ano passado, enquanto aumentava os gatos com a realização da Copa, Dilma reduzia em quase 20% o investimento da proteção das fronteiras brasileiras. Enquanto poderia estreitar laços com os Estados Unidos a exemplo de Peru e Colômbia, a Presidência do Brasil preferiu criar atrito com a diplomacia americana por espionagem (como se os americanos não espionassem o planeta inteiro).

Como isso se relaciona com a falta de segurança: é no crescimento do tráfico de drogas, principalmente das mais acessíveis, como o crack, que cresce a violência no Brasil. Um melhor cuidado em nível federal ajudaria a amenizar as tragédias vividas em níveis estaduais e municipais.

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