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“Fora, Temer” ou “Fica, Temer”? Reunimos os oito principais argumentos de cada lado

O que você prefere?

Em primeiro lugar, os argumentos estão sob a perspectiva da “direita” – aspas fundamentais para evitar ainda mais briga. A ideia aqui, enfim, é mostrar os principais argumentos de cada um dos lados, o “fica” e o “fora”, usados pro aqueles que, de modo bem genérico, identificam-se nas redes com direitistas ou anti-esquerdistas.

Ok? Ok. Então vamos a eles:

Fora, Temer
– Nenhuma estratégia política deve superar as convicções morais;
– Não se deve atenuar quando se trata de crimes ou “mal feitos” cometidos por políticos, independentemente do lado;
– Se fosse com Dilma Rousseff, não haveria qualquer tolerância diante dos fatos, é preciso portanto manter a coerência;
– Temer não respondeu suficientemente as questões principais;
– Mesmo editado, o áudio e as demais evidências continuam terríveis;
– A permanência de Temer é um risco à Lava Jato;
– Punição branda ao donos da JBS não invalida os atos de Temer;
– Renúncia seria um ato de grandeza que Dilma não teve;

Fica, Temer
– Se ele sair, as Reformas estariam comprometidas e o país voltaria ao buraco;
– Com acusações mais graves, políticos adversários não foram investigados;
– O áudio foi editado e não valeria como prova;
– Há risco de um governo de esquerda assumir, prejudicando questões essenciais;
– A Lava Jato não está ameaçada, tanto que continuou sob o governo atual;
– Tudo aconteceu muito rapidamente e parece estranho, soando mais como uma armação do que fato concreto;
– Aderia ao “Fora, Temer”, hoje, é fazer o jogo do PT e da esquerda;
– Não faz sentido afastar alguém por responder um inquérito sob o risco de, em seu lugar, colocar uma pessoa que seja ré em cinco processos

De nossa parte

Até agora, diante de tudo, mantemos a opinião de que o melhor ao país seria a renúncia de Temer. Não há número de parlamentares que garanta o impeachment, nem mesmo tempo hábil. Para além disso, seria definitivamente algo pra lá de traumático mais um processo do tipo. Porém, isso em nada atenua a gravidade da situação.

O menos pior, a esta altura, seria a renúncia, seguida de eleições indiretas, com foco nas reformas.

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