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Graças à caríssima campanha de Haddad em 2012, São Paulo terá a eleição mais cara de 2016

Menos desperdício, por favor

As novas regras eleitorais se esforçam para que os gastos de campanha sejam reduzidos. Tanto que estabelece tetos relacionados às maiores despesas da disputa anterior. Cada candidato poderá queimar apenas 70% da verba utilizada pela campanha mais perdulária de 2012. Havendo segundo turno, o teto cai a 50%. Mesmo assim, os concorrentes paulistanos poderão consumir quase o dobro da segunda colocada no ranking de eleições mais dispendiosas de 2016. Tudo isso graças aos quase R$ 90 milhões – em valores atualizados pela inflação – que Fernando Haddad queimou para se eleger.

Se tivesse trabalhado com a mesma verba utilizada por José Serra, os R$ 45,4 milhões autorizados na capital paulista cairiam à metade, sendo superados pelos R$ 26,6 milhões de Belo Horizonte. Ao todo, os potenciais futuros prefeitos de São Paulo poderão gastar até R$ 59,1 milhões caso haja segundo turno – quase 30% a menos do que a quantia que rendeu o haddadismo ao Brasil.

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