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IBOPE: Temer baixa para 39% o índice de ruim/péssimo; com Dilma, era de 69%

Mais importante que o índice de “ótimo e bom” é a rejeição efetiva. E, nisso, a coisa já se reverteu bem.

Michel Temer - Dilma Rousseff - IBOPE - aprovação - rejeição -2

Sabemos que as manchetes muitas vezes buscam mais cliques do que o esclarecimento dos fatos. Assim, opta-se por determinada chamada e o texto logo abaixo acaba trazendo informações de maior relevância, embora menor apelo.

Enfim, hoje o IBOPE divulgou pesquisa sobre o governo federal e os títulos se restringem à taxa de aprovação; ou seja, o índice de ótimo/bom, sem mencionar a rejeição (ruim/péssimo).

Isso é complicado. Se a aprovação efetiva de Michel Temer ainda é somente um pouco maior que a de Dilma Rousseff, o dado se explica de forma fácil. “Aprovar”, grosso modo, é endossar uma situação boa, e a herança pra lá de maldita não permitirá isso no curto prazo; talvez nem no médio.

Porém, o índice de “ruim/péssimo” despencou. Eram quase 70% com Dilma, em pesquisa do mesmo IBOPE realizada em março, e agora já baixou para cerca de 40%. Queda brusca, portanto. Há uma percepção FORTE de melhora, que primeiro se manifesta diminuindo o dado de rejeição, para depois – com o tempo – repercutir no número dos que objetivamente “aprovam”.

É o processo normal.

E esse é o dado realmente importante da pesquisa de hoje. Todo o mais é manchete caça-clique ou algo do tipo.

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