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Já notaram que os especialistas consultados pela imprensa são sempre de esquerda?

Claro que já notaram.

Imagem: "Os Simpsons", âncora do noticiário

Uma das maiores balelas sobre a grande imprensa nacional é a ideia de “pluralidade”. Lorota da braba. O que chamam de “plural” é ter alguém mais pro lado do PT e outro mais pro lado do PSDB. Isso não é pluralismo ideológico, mas sim tática de acomodação de forças partidárias.

Colunistas que se declaram anti-esquerda são minoritários. Há centro-esquerdistas, liberais esquerdistas, canhotos radicais e assim por diante.

Mas a coisa é ainda mais descarada na hora de chamarem algum “especialista”. Porque sempre – sempre! – é alguém do lado vermelho da força. Não falha. E isso independe do tema. Segurança pública? Em vez de um policial, chamam sociólogo. Aborto? Não importa o cargo ou função, o especialista convidado é sempre a favor da legalização. Drogas, idem.

Então, isso deve funcionar, de modo que o povo acaba adotando tais teses, certo? Errado, claro. Todo mundo percebe o truque (sim, a pergunta do título era retórica) e a grande imprensa acaba perdendo cada vez mais sua credibilidade.

Talvez ainda não seja muito tarde para repensarem isso. Mas todos sabemos que não vão repensar nada e continuarão nisso até afundarem de vez.

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