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Jornalista conivente com protesto violento é também conivente com a morte de Santiago Andrade

Ou os jornalistas brasileiros já esqueceram quem foi Santiago Andrade?

O espetáculo de cinismo voltou a tomar conta da cobertura política brasileira. Porque os protestos esquerdistas voltaram. E, com eles, os protestos violentos. Contudo, fica no ar a dúvida se a imprensa brasileira aprendeu alguma coisa nos últimos anos. Pois voltou à mesma postura cínica de junho de 2013, quando dava todo o palco que queria a militância esquerdista para fazer sua destruição nas ruas do país e, ao primeiro revide das forças policiais, a noticiava como vítimas da repressão.

Jornalista conivente com essa prática repugnante é jornalista conivente com a morte de Santiago Andrade.

Quem foi Santiago Andrade? Ele jamais deve ser esquecido. Em 10 de fevereiro de 2014 teve sua morte cerebral anunciada, vindo a falecer no mesmo dia. Deixou Arlita Andrade viúva após 30 anos de casado, além de uma filha e três enteados. Morreu por um rojão disparado numa manifestação que usava como pretexto as tarifas de ônibus para criar instabilidade política. O cinegrafista registrava as imagens para a Band.

Se a imprensa continuar sendo inconsequente, novas tragédias podem acontecer. Uma jovem, iludida como muitos jovens, já perdeu a visão de um olho numa explosão mal explicada. Quantas novas vítimas serão necessários para o jornalismo brasileiro entender qual é o seu papel?

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