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Justificando o impeachment, MP revela que Dilma continua cometendo crimes fiscais em 2015

Dilma Rousseff, Michel Temer e Lula

Só até junho de 2015, Dilma acumulou junto ao BNDES e ao Banco do Brasil dívidas que somam R$ 38 bilhões.

O furo está na IstoÉ deste final de semana. O trabalho é resultado de uma investigação do Ministério Público em parceria com o TCU e se concluiu na última quinta-feira, ou um dia após o Tribunal de Contas da União rejeitar as pedaladas fiscais de Dilma Rousseff. Uma das últimas incertezas questionava se ela poderia ser punida no segundo mandato por crimes cometidos no primeiro. Sim, ela pode. Mas essa certeza viria apenas após muito debate na Câmara e, possivelmente, STF. Com a revelação de que tais crimes se repetiram no primeiro semestre de 2015, no entanto, ganha-se esse tempo. E dar tempo ao PT é tudo o que o PT mais quer para comprar – com dinheiro público, diga-se – todo e qualquer voto que necessite para se safar.

Segundo a reportagem, até junho de 2015, o governo Dilma acumulou junto ao BNDES e ao Banco do Brasil um total de R$ 38 bilhões em dívidas, como se possuísse com os bancos públicos um cheque-especial sem limites. Isso é expressamente proibido pela Lei de Responsabilidade Social. Sua infração implica em improbidade administrativa, o que justifica um processo de impeachment. Com a revelação, nunca a queda de Dilma esteve tão certa.

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Pedalando sem parar

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