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Lewandowski não quer que o impeachment ganhe tempo com sessões nos finais de semana

Ele já nem se esforça para disfarçar nada

Michel Temer quer que o impeachment de Dilma Rousseff se conclua em agosto para que o Brasil participe da reunião do G20 em setembro já com um presidente que concluirá o atual mandato. Pressão feita, conquistou a concordância de Renan Calheiros, presidente do Senado, que se dispôs a caminhar com o processo até mesmo nos fins-de-semana para que os prazos sejam cumpridos. Contudo, o julgamento é conduzido pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski, nomeado por Lula ao Supremo Federal pouco após o Mensalão ser denunciado por Roberto Jefferson. Pois bem…

Lewandowski vetou os finais de semana. Alegou que não era tradição do Senado trabalhar aos sábados ou domingos. E que só definirá as datas para o julgamento final de Dilma após o dia 25, ou seja, após a votação que define se há ou não fundamento para o tal julgamento.

Se há graves desconfianças de que Lewandowski seja o último braço do petismo no comando do país, ele não faz qualquer questão de disfarçar.

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