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Mais uma da guerra suja: o cartaz falso

Já disseram uma vez que fazem “o diabo” quando se trata de guerrilha política.

Não é novidade que esse pessoal joga bem sujo. A campanha de 2014, como sabemos, foi quase toda ela baseada em mentiras; tanto as promessas quanto os ataques. A própria Dilma Rousseff já falou: “podemos fazer o diabo na eleição”. E deu no que deu.

Agora, em meio às manifestações de ontem em favor do impeachment (também houve atos pró-Dilma e testemunhas afirmam que conseguiram juntar mais de 20 pessoas numa delas), resolveram usar a velha tática do descrédito.

Eis a nova farsa:

nova_farsa

O cartaz é tão falso que chega a ser ridículo. Comecemos pelos detalhes mais evidentes: sulfitão, impressora caseira, cola ainda úmida. Outros pontos: a hashtag usada de forma ridícula, a associação “Temer/Cunha” e, claro, a frase final que tira toda e qualquer dúvida.

Por fim, e talvez mais importante, a comunicação desse tipo é feita com VÁRIAS peças em VÁRIOS lugares. Mas a ideia aí não era comunicar o evento (provavelmente puseram, tiraram a foto e imediatamente arrancaram), mas sim produzir a imagem e usá-la na campanha suja.

E a turminha de sempre não deixou de encaminhar como se fosse algo verídico. O comportamento sorrateiro desses vermes é parte da estratégia, e é fundamental para que a tática dê certo.

Mas, agora, já desacreditados há tempos e sem qualquer capacidade de influência, ficam apenas entre si, cada vez mais isolados e em número menor, rindo falsamente de algo que eles próprios sabem que nem mesmo existiu. Foi um deles que criou a parada, aliás.

Já não convencem ninguém. Bem ao contrário, deixam claro a todos o quanto jogam sujo, muitas vezes com o consentimento de parte da imprensa.

Patético.

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