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Manifestações com vandalismo: mais uma “causa” defendida pela esquerda e odiada pelo povo

O povo odeia e a esquerda insiste.

Ministério da Agricultura, 24/05/2017 - Foto: Paulo Whitaker / Reuters

É longa a lista de coisas enaltecidas pela esquerda que, ao mesmo tempo, são repudiadas pelo povo. A mais recente delas, até os atos terroristas de ontem em Brasília, era a Cracolândia. Sim, sim, os esquerdistas não apenas defendem como ENALTECEM a Cracolândia, a ponto de criarem movimento em sua defesa.

Pois é.

Agora, seguindo totalmente descolados do mundo real, e sobretudo das pessoas reais, os canhotos passam a tecer loas para as ações destrutivas em Brasília. Na “lógica” por eles defendida, é assim mesmo que as coisas acontecem; e como não existe limite para a imbecilidade, há quem compare a demanda partidária de ontem a diversas lutas históricas da humanidade.

E não são apenas militantes! Líderes partidários vêm a público falar em favor dos atos destrutivos. Nas bolhinhas vermelhas, o tema é inconteste e, quem discorda, como sói, acaba ridicularizado. Daí, de novo como sempre, eles se fecham naqueles clubinhos de meia dúzia, em que todos concordam entre si.

Mas o fato concreto é que essas mini-bolhas não chegam a representar 1% da população. E o povo de verdade, que eles deveriam atrair para suas causas e demandas, fica cada vez mais distante e cada vez mais contrariado com o esquerdismo.

Trata-se de algo óbvio, que não precisa de muita sagacidade pra deduzir: o povoo NÃO GOSTA de quebradeira. Destruir um ponto de ônibus não é algo ofensivo à elite política, mas sim ao povão, que vê uma coisa dessa e não tolera de forma alguma. E isso vale para ruas, imóveis etc.

O povo odeia. E a esquerda insiste, porque dogmaticamente é assim e fim de papo. Gênios da estratégia..

No fim, é positivo. A esquerda longe do povo é sempre uma coisa boa e até tragicômica, considerando a patetice dos esquerdistas de classe média, que acreditam representar de fato os interesses e ideias do povo mais pobre e trabalhador.

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