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Mesmo de saída, Dilma pretende prolongar “Mais Médicos” por três anos

Medida Provisória beneficiará 3 mil estrangeiros sem o diploma revalidado no Brasil.

Dilma Rousseff - Mais Medicos - Cuba - Foto Adalberto Roque AFP

Dilma Rousseff, ao que tudo indica, sairá da Presidência da República. Primeiro, pelo afastamento automático mediante aceitação do parecer pela Comissão de Impeachment do Senado, o que a deixaria fora do governo por 180 dias (seis meses). Depois, se tudo correr bem, em caráter definitivo.

Mesmo assim, ela pretende alongar o “Mais Médicos”, programa por meio do qual profissionais de outros países, mesmo sem diploma revalidado, exercem a medicina no Brasil. O programa já foi classificado como trabalho análogo à escravidão por juristas, bem como já se provou – inclusive matematicamente – que é um tremendo negócio especialmente para Cuba.

Em síntese: a ditadura castrista manda médicos (cujo diploma, repita-se, não é revalidado nem fiscalizado pelas associações médicas do país), recebe cerca de R$ 10 mil por cada um, mas só repassa uma pequena fração disso aos indivíduos que efetivamente trabalham. Na prática, portanto, exportam mão-de-obra escrava e ganham BILHÕES com isso (sim, sim, bilhões).

Confira aqui o vídeo que fizemos a respeito. E também vale conferir alguns casos de gente FUGINDO dessa verdadeira escravidão (aqui e aqui).

E Dilma, por meio de uma Medida Provisória, quer garantir mais três anos desse programa.

A ditadura de Cuba agradece (e é sempre bom reiterar a pergunta: você é contra TODAS as ditaduras, ou apenas algumas?

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