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Ministério da Justiça defendeu que jihadistas trariam progresso ao país e exigiu respeito

A postagem já foi apagada e o órgão desculpou-se pelo que chamou de “erro crasso”.

Um usuário do Facebook defendeu que imigrantes pacíficos sejam bem-vindos ao Brasil, mas o país deveria bloquear a vinda de jihadistas. O Ministério da Justiça respondeu que aquele era um conceito que precisava ser desconstruído, que seriam os jihadistas um povo como qualquer outro, que mereciam respeito e viriam ao Brasil trazer mais progresso. Mas – caso raro na administração pública – o órgão logo reconheceu o erro de tratar como povo os radicais islâmicos que cruzam o mundo em ações violentas.

jihad

 

Há uma concepção original do termo “jihad” que abre alguma brecha para uma militância não violenta, mas logo foi deixada de lado pela história, prevalecendo o radicalismo que aterroriza o mundo. Defender a desconstrução deste entendimento só seria aceitável após uma duradoura e significativa mudança nas atitudes de seus seguidores, coisa que, infelizmente, anda ainda bem distante.

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