Blog

Na gestão Haddad, Virada Cultural somou 3 mortos, 4 esfaqueados, 5 baleados e 60 detidos

Além de um incontável número de arrastões, roubos e brigas.

No quarto – e talvez último – ano da gestão Haddad, mais uma vez a Virada Cultural de São Paulo foi palco para o noticiário policial. Dessa vez, uma morte e duas mulheres esfaqueadas deram contornos trágicos a um dia deveria ter sido de festas.

O óbito veio de um jovem que caiu da escadaria da Estação Anhangabaú. As agressões por faca ocorreram em um tumulto no show de Elza Soares, e numa tentativa de assalto no Largo do Arouche.

Infelizmente a confusão foi a marca da atual gestão ao tentar organizar o evento. Na edição de 2015, mais de 60 pessoas foram detidas sob acusações de arrastão, tráfico de drogas, furto e roubo. Em 2014, no ano menos problemático, o tumulto se concentraria no show MC Lon.

Mas nada se compararia ao ocorrido em 2013, quando foram contabilizadas duas mortes – por tiro e overdose –, cinco pessoas baleadas e outras duas esfaqueadas, além de ocorrências de arrastões, roubos, brigas, uso de drogas e fechamentos de estações de Metrô.

Desde que chegou à Prefeitura, a equipe de Fernando Haddad, por ideologia das mais inconsequentes, fez questão de concentrar eventos no centro da cidade, facilitando a ação de baderneiros e, por consequência, dificultando o monitoramento da segurança. Que as próximas gestões corrijam essas falhas graves. Elas podem custar – como custaram – vidas.

Mais Lidas

To Top