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Na prática, quem se abster de votar no impeachment estará votando em Dilma Rousseff

É preciso deixar isso muito claro

Porque todos são inocentes até se prove o contrário, a lei que delineia o impeachment joga a missão de conquistar votos nos autores do processo, ou seja, em quem pede o afastamento. Já há votos em suficiência. O governo Temer acreditar contar com 60 deles, quando são necessários 54, ou dois terços do Senado, para que Dilma Rousseff seja afastada em definitivo. Mas há senadores que “malandramente” prometem se abster. Bom… A estes, Romero Jucá deu o recado: “Quem não vota está com Dilma”.

Isso precisa ficar muito claro junto à população. Se algum parlamentar abrir mão do voto, declarar-se indeciso ou simplesmente faltar, estará na prática votando em Dilma Rousseff, ainda que disfarçadamente. E estes devem se entender com o seus eleitores a respeito da omissão em Brasília.

Mas Renan Calheiros é espero demais para cumprir o que promete.

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