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Na Unicamp, professora diz que o movimento estudantil a espancou por furar “greve de alunos”

E esse não é o primeiro caso de agressão envolvendo alunos grevistas e professores que só queriam dar aula

Maria Alvina Krahenbul não só fez um Boletim de Ocorrência, como também um exame de corpo de delito. A professora e coordenadora da Faculdade de Engenharia Química pediu instauração de inquérito por agressão após membros do movimento estudantil tentarem impedir a aplicação de provas durante o que eles chamavam de “greve de alunos”.

De acordo com os relatos da professora, um aluno de nome Aleph, do curso de artes cênicas, a empurrou contra a parede e chutou-lhe as pernas várias vezes causando as lesões apresentadas às autoridades. Outra aluna de nome Milena Tibúrcio Cicone empurrou-lhe o braço contra um leitor de cartões causando ferimentos na mão.

Foi apresentada queixa crime apresentada por lesão corporal, constrangimento ilegal, ameaça, difamação e perturbação do trabalho.

De acordo com O Globo, este é o terceiro processo do tipo envolvendo o movimento estudantil da Unicamp só este ano.

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