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Na verdade, o Brasil tem proporcionalmente apenas a 35ª população carcerária do mundo

Com a quinta população mundial, é possível afirmar: há poucos presidiários no Brasil

A esquerda adora argumentar que há muito presidiário no Brasil, que o país é dono da quarta população carcerária do mundo, que fica atrás apenas de Estados Unidos, China e Rússia, que a gestão pública precisa se preocupar mais em tirar gente da cadeia do que superlotá-la ainda mais.

Mas, claro, é a esquerda falando. E há muita desinformação nisso.

É verdade que, em números absolutos, o Brasil tem mais de 600 mil presidiários. Mas a quarta população carcerária do mundo não soa tão distorcida quando se leva em consideração que o país é dono da quinta população do mundo.

Por levar em consideração esse fator óbvio, o resto do mundo faz a mesma conta priorizando a “taxa de população prisional”, que encontra o total de presos para cada grupo de 100 mil habitantes.

Neste sentido, a taxa brasileira está em 300/100 mil, o que coloca o país na 35ª posição atrás de nações queridas da esquerda, como a Rússia (13ª), Cuba (7ª) e Coreia do Norte (3ª). Por este modelo, os Estados Unidos ficam na segunda colocação, com 698/100 mil. A lista é liderada por Seychelles, uma ilha minúscula no oceano Índico que mantém em suas prisões os piratas somalianos.

Não, o problema no Brasil não é muito presidiário, é pouco presídio.

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