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Não é o Uber que “tira empregos”, mas sim a Dilma

Vergonhoso a presidente do desemprego falando isso de um aplicativo.

Foto: Marco Ravagli / Barcroft Media

Foto: Marco Ravagli / Barcroft Media

Já faz tempo que Dilma Rousseff não fala coisa com coisa. E também faz tempo que ela não “governa” coisa com coisa. O último disparate foi sobre o Uber, que, segundo a nossa infeliz Presidente da República, “tira empregos”.

Vamos enumerar alguns erros dessa tolice:

1 – O Uber, goste-se ou não do sistema, não tira pessoas no mercado, mas sim as insere. Lógica e matemática simples;

2 – Um carro do Uber a mais na rua não significa um taxista a menos; ao contrário, aumenta o número de pessoas buscando o tipo de serviço (táxi ou Uber) e o dilui para mais prestadores;

3 – AINDA QUE cada carro do Uber tirasse um taxista, o que não caberia em qualquer plano lógico ou físico, mesmo assim Dilma cometeria um disparate teórico: taxistas não são empregados, mas autônomos e, desse modo, essa conta (repita-se: impossível) não resultaria em perda de empregos.

Dilma está perdida. A fala estapafúrdia pode ser apenas mais um de seus momentos incompreensíveis, ou então uma sinalização aos taxistas nesse momento de popularidade no chão. Ainda assim, vale o que foi dito e não as intenções, e ela disse bobagem. Pra variar.

Por fim, quem tira empregos é a Dilma, não o Uber.

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