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Não se acaba com o terrorismo com hashtag, cantando “Imagine” ou mudando foto em rede social

Ao contrário do que pensa a esquerda, e em que pese a importância simbólica da sensibilização coletiva, isso não resolve nada sem medidas efetivas.

John Lennon - Imagine

Do atentado no jornal Charlie Hebdo à matança de ontem em Nice, passando pelo caso de Orlando, o Bataclan e tantos outros, enfim, há sempre um passo-a-passo das reações da militância esquerdista. Importante destacar essas etapas:

1) Teorias doidas: logo que acontece algo assim, a turma da esquerda se apoia em toda e qualquer explicação que tire a culpa dos suspeitos de sempre (vale realmente qualquer coisa);

2) Negação: descobre-se a qual grupo pertentem os terroristas e aí a militância nega, diz que não tem nada provado;

3) Não é bem assim: e então provam, mas reiteram que seria algo excepcional, uma deturpação de tudo etc.;

4) Combate à Islamofobia: quando já não há mesmo para onde correr, começam a falar do perigo do fato quanto à “islamofobia”, “xenofobia” e outras “ias”, sem dar muita trela para as vítimas de fato;

5) Medidas inócuas: por fim, diante de tudo, apontam as formas de resolver o problema, e elas invariavelmente incluem tocar uma música, fazer hashtag, trocar foto em rede social e, claro, REFORÇAR a ideologia esquerdista (afinal, se até agora está dando erradíssimo, como poderia continuar dando errado? – é assim que eles “pensam”)

E é assim em todos os atentados, um ciclo vicioso sem qualquer preocupação com o fato, mas sim com a preservação da própria ideologia diante das tragédias (são dogmáticos, não ligam para a verdade das coisas, mas sim para a “infalibilidade” de suas teorias, que jamais podem ser questionadas).

Mas então, o que se pode fazer? O articulista Alexandre Borges fez um ótimo post no qual explica algumas das coisas que poderiam ser feitas para DE FATO combater o terrorismo:

1) Controlar imigração usando inteligência e não ideologia barata.

2) Intervir nos países que exportam terrorismo e refugiados em massa.

3) Lembrar a todos os ocidentais diariamente o valor da civilização que construíram.

4) Cobrar dos países árabes ricos que estabilizem a região sob pena de sanções econômicas imediatas.

5) Deixar claro que a Lei da Sharia nunca, em hipótese alguma, será aceita nas democracias seculares ocidentais. Emigrar para o Ocidente exige o respeito total ao nosso arcabouço jurídico. Se precisar, a gente desenha. E ainda publica na Charlie Hebdo.

Sem dúvida, bem mais eficiente do que cantigas, hashtags e fotos nas redes.

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