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Narrativas implodem: com Lei do Desarmamento e queda na desigualdade, homicídios disparam

Agora, como vão explicar?

Falamos ontem do alto número de homicídios havidos no Brasil em 2015, segundo apurado pelo Atlas da Violência do Ipea. São quase 60 mil vítimas por ano, um número inacreditavelmente assustador. Mas, para além disso, é preciso analisar o fenômeno pela ótica da ideologia e seus equívocos crassos.

Estatuto do Desarmamento

Foi aprovado no final de 2003, com o famigerado referendo em 2005 no qual os desarmamentistas sofreram uma das mais acachapantes derrotas desde o advento do voto direto (ainda assim, sem que fossem alterados os dispositivos vigentes). Então, presume-se que o número de homicídios diminuiu de lá para cá, correto? Vejamos o seguinte gráfico, com os dados do Atlas da Violência:

De duas, uma: ou o Estatuto é uma lei inócua que os criminosos não cumprem (afinal, se a pessoa está disposta a matar outra, ela não está assim tão preocupada em ferir uma regra menos grave), ou o ele PREJUDICOU o quadro, já que criminosos agora têm um pouco mais de certeza de que a vítima provavelmente estará desarmada.

Mas o esquerdista, como bom fanático, dirá que poderia ser pior SEM o desarmamento. O que nos leva ao próximo item.

A Desigualdade Caiu

Segundo o esquerdismo, a criminalidade alta é motivada pelo fato de que há pessoas ricas e outras pobres, sendo que estas últimas seriam levadas a cometer delitos pela força das circunstâncias. A tese, idiota em essência, é equivocada também matematicamente: nem 0,0001% dos pobres são bandidos, o que afasta a condição “pobreza” como fator preponderante para o banditismo.

Porém, é ainda pior. A desigualdade DIMINUIU ao longo dos anos. Vejam os números a seguir, divulgados pelo governo federal ainda sob Dilma Rousseff:

Diante disso, e considerando a eficientíssima lei do desarmamento, então os crimes violentos diminuíram? Não. Aumentaram. Por quê? Porque nada disso é fator determinante, é tudo balela ideológica desmentida pelos fatos.

E agora?

A esquerda insistirá nas teorias, porque a narrativa canhota não se importa com detalhes como fatos, nem mesmo o número altíssimo de homicídios. Resta à sociedade RECHAÇAR candidatos que endossem essas teses, indagando expressamente a todos em 2018, seja para o legislativo ou executivo.

Só assim algumas mudanças acontecerão. O resto é balela ideológica, com o custo de quase 60 mil homicídios por ano.

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