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No desespero de atacar Michel Temer, a esquerda brasileira aplaude até mesmo Vladimir Putin

Não chega a ser estranho.

Foto: Mikhail Metzel / Presidential Press and Information

Quando de sua chegada à Rússia, Michel Temer não foi recebido pro Vladimir Putin, mas sim por um subalterno. Foi o bastante para que a esquerda brasileira, especialmente nas redes, não apenas fizesse troça do episódio como também enaltecesse a postura do presidente russo.

Em primeiro lugar, é CLARO que os presidentes se encontraram – apenas a recepção naquela hora foi impossibilitada. Mas o episódio revela um traço não exatamente oculto de nosso esquerdismo: para atacar adversário, vale todo tipo de “aliança”.

Putin não é exatamente um exemplo de democrata e, mais recentemente, destacou-se também pelas posições quanto aos homossexuais.

Embora a esquerda diga que defenda os direitos individuais referentes à sexualidade, é sempre importante lembrar de Che Guevara, que perseguia gays e segue firme como ícone do esquerdismo – bem como toda a ditadura cubana, sempre enaltecida.

Nada de novo, portanto. Mais do mesmo.

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