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Nos anos Lula e Dilma, homicídios dispararam no Norte/Nordeste e despencaram no Sul/Sudeste

Esse é o legado.

Assim que Michel Temer tomou posse, toda a mídia voltou a considerar a Segurança Pública um tema de competência majoritariamente federal, bem como os acontecimentos havidos em prisões estaduais. Até então, de 2003 ao início de 2016, era tudo problema de cada estado e fim de papo.

Desse modo, e agora considerando a Segurança Pública como algo federalizado, é curioso ver como repercutem os dados agora divulgados.

De 2005 a 2015, ou seja, com Lula e Dilma Rousseff na Presidência da República, a taxa de homicídios disparou em estados das regiões Norte e Nordeste, despencando naqueles da região Sul e Sudeste. E não é exagero quando se fala em “disparar” e “despencar”.

A média foi puxada para cima sobretudo pelos índices altíssimos de Amazonas, Ceará, Maranhão e Alagoas. No Rio, São Paulo e Paraná houve grande queda. Na média nacional, porém, constatou-se AUMENTO de 14% (não foi maior por conta dos estados que puxaram para baixo). Os dados são do Anuário de Segurança Pública e foram divulgados no domingo; obviamente, sem mencionar de forma direta a responsabilidade das gestões federais da época.

Esse é o legado, a “herança” que nos resta. E não duvide que a imprensa, ao tratar desse período, deixe de considerar a Segurança Pública um tema federal.

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