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O final vergonhoso de um governo patético

Dilma Rousseff poderia ter alguma grandeza neste fim melancólico, mas preferiu outro caminho.

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Se mais nada de grave acontecer (e a condicional, a esta altura, é legítima), a “Manobra Waldir Maranhão” servirá como último ato do governo que foi uma tragédia catastrófica com aspecto de ópera bufa.

A maior crise econômica dos últimos tempos. O maior escândalo de toda a história do país. Desemprego disparando, o povo empobrecendo, líderes ligados ao governo envolvidos nas mais tenebrosas transações.

Tudo isso somado a uma incompetência gerencial que beira o inacreditável.

O caminho natural, caso houvesse algum tipo de integridade ou grandeza, seria a renúncia. Mas não há nada disso. Preferiram adotar a “narrativa do golpe”, já pensando nas eleições de 2018. Como tal historinha não encontrou eco entre o povo, partiram para as manobras vergonhosas. E é aí que entra o Waldir Maranhão.

Anulou, foi ignorado pelo Senado (por óbvio), aí “desanulou”. Com direito a deputados e senadores governistas fazendo marcha, articulistas aplaudindo a patifaria e assim por diante.

Um final vergonhoso para um governo que já nos causou vexames demais.

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