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O novo truque narrativo da esquerda é dizer que, sem Lula, eleições serão ilegítimas

Eles nunca desistem.

Começam a surgir análises, textos, artigos e afins numa mesma toada: se Lula não puder concorrer nas eleições do ano que vem, elas não serão legítimas. Claro que isso é uma bobagem, claro que não há fundamento algum, mas sinaliza o desespero.

Convenhamos, até que demoraram e, por mais que seja uma tese furadíssima, é necessário rebatê-la.

Em primeiro lugar, trata-se do exato oposto. Eleições sem Lula, na hipótese de perda dos direitos políticos, não denotariam ilegitimidade, mas sim o fato de que nossa democracia é madura e avançada o bastante para que a lei valha também para um ex-presidente.

Não cabe aqui qualquer juízo de valor ou condenação prévia, mas sim análise da hipótese aventada: SE isso acontece, e considerando a observação das garantias de devido processo e ampla defesa, não há como imputar ilegitimidade às eleições.

São as regras do jogo. E esse jogo se chama democracia. Preocupante é quando abrem exceções apenas a uma pessoa.

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