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O PMDB quer saber se Haddad usou a Virada Cultural paulistana para promover o “Fora, Temer”

Mensagens apareceram nos telões de pelo menos quatro palcos.

As manifestações exigindo a queda de Temer foram observadas nos telões de pelos menos quatro palcos (Avenidas Rio Branco, São João e nas Praça da República e Júlio Prestes) durante a apresentação de artistas como Criolo e Nação Zumbi. Os vereadores do PMDB não gostaram nem um pouco do uso partidário da Virada Cultural paulistana e apresentaram uma representação ao procurador-geral de Justiça de São Paulo, Gianpaolo Smanio.

A prefeitura justificou-se dizendo que as mensagens faziam parte dos espetáculos dos artistas que se apresentavam, mas o argumento não convenceu os vereadores Nelo Rodolfo, Ricardo Nunes e George Hato. “O argumento de que a responsabilidade por esses protestos cabe aos artistas não se sustenta, tendo em vista que estavam ali sob o patrocínio do dinheiro público, que não tem cor partidária, credo religioso ou convicções ideológicas”, diziam na representação.

O PT usando a estrutura pública em benefício próprio? Está longe de ser uma novidade. Mas pode ser uma dos últimos atos repugnantes de mais uma passagem desastrosa do partido pela Prefeitura de São Paulo.

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