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O próprio “contrato olímpico“ proíbe manifestações políticas e os governos Lula/Dilma sabiam

Assim como os atletas que almejavam participar da Olimpíada do Rio de Janeiro

Já imaginou que loucura seria se os atletas das mais de 200 nações que participam dos Jogos Olímpicos tivessem liberdade para fazer do evento um palanque para suas necessidades políticas? De certo, a competição, dona de uma das maiores audiências do mundo, seria automaticamente convertida em horário eleitoral. Por isso o Comitê Olímpico Internacional proíbe em seu contrato – sim, existe um – que as arenas de competições sejam convertidas em palcos para propagandas raciais, religiosas e até mesmo políticas.

Está lá na página 93:

No kind of demonstration or political, religious or racial propaganda is permitted in any Olympic sites, venues or other areas.”

Trata-se da regra 50 do quinto capítulo, que trata diretamente da publicidade, propaganda e das manifestações durante o evento.

Tanto o governo brasileiro, ainda sob os cuidados de Dilma Rousseff, ou mesmo de Lula, como os atletas, sabiam que o evento ocorre sob esses limites. Que não foram inventados para o Brasil, mas para a boa realização da competição.

Faltou à organização deixar isso mais claro junto ao público, que tenta a todo custo protestar durante as disputas.

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