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Olha quem defende uma ditadura que matou milhões de pessoas. A imprensa ficará quieta?

Como sempre: pesos e medidas diferentes para cada caso.

A expressiva maioria dos formadores de opinião nos grandes veículos não é apenas omissa – ou mesmo encorajadora – da tática “blackbloc”. Eles também costumam ficar calados – ou aplaudir em silêncio – as manifestações pró-ditadura da rapaziada vermelha. Isso porque, claro, eles defendem os regimes genocidas socialistas.

E, sim, genocida. A União Soviética, defendida a ponto de empunharem bandeiras, matou milhões e milhões de pessoas. Num único episódio, o Holodomor (ou “fome genocídio”), milhões de ucranianos foram mortos PELA FOME.

Um grupo empunhando essa bandeira, bizarramente pedindo “eleições diretas”, seria motivo bastante para um sem-número de reportagens desmascarando a total falta de democracia e, mais ainda, o disparate de defenderem um regime que matou mais que o nazismo (sim, bem mais).

Mas, não. Optam pelo silêncio. E isso diz mais sobre a mídia do que sobre essa molecada babaquara e massa-de-manobra de partido político.

Definitivamente, é uma guerra cultural sobretudo fundada na comunicação, nas táticas de narrativa etc. E, também definitivamente, é preciso que tenhamos mais e mais força para esse combate de informação.

Temos a desvantagem da estrutura e do apoio dos demais setores igualmente influenciados, mas ao mesmo tempo temos a vantagem da verdade e a de não desistir.

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