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Olimpíada: a turma que aplaudiu hijab e reclamou da faixa “100% Jesus”

Um é obrigatório, sob pena de severa punição; o outro, manifestação voluntária. Adivinha qual a esquerda aplaude e qual ela condena?

Em meio à miríade de imagens lindas, claro que estes Jogos Olímpicos também revelaram momentos negativos. É sempre assim, faz parte da coisa. E um desses momentos pouco louváveis foi a aparição de atletas usando hijab.

Não estavam assim porque simplesmente querem e fim de papo. Nada. Caso não usem, são punidas de forma severa pelas leis religiosas que controlam os países de onde vem. Ainda assim, os esquerdistas aplaudiram e houve quem falasse em “empoderamento”. Sério.

A coisa ficou ainda mais bizarra – ou nem tanto, para quem os conhece – quando resolveram reclamar dos jogadores fazendo homenagens a Jesus, Deus etc. Para eles, isso seria uma ofensa gravíssima à “laicidade” da Olimpíada ou coisa que o valha.

Bobagem, claro, mas convém mostrar o quanto são bisonhos.

Em primeiro lugar, hijab é um traje do islamismo, usado por OBRIGAÇÃO, e por força religiosa. As manifestações pró-Jesus são iniciativas dos próprios atletas, sem que sejam punidos caso não façam (ao contrário, os formadores de opinião os punem JUSTAMENTE POR FAZÊ-LAS).

Diferença clara, portanto. Ambas são religiosas, mas uma é obrigatória e a outra opcional. Mas não causa espanto que a esquerda defenda a opressão e condene a liberdade. Está na essência do esquerdismo. Tanto menos assusta o fato de condenarem qualquer coisa ligada ao cristianismo ao mesmo tempo em que aplaudem todas aquelas ligadas ao islã.

A explicação dessa “diferença de tratamento ideológico” é histórica.

Para a esquerda, o cristianismo é a representação religiosa de tudo que odeiam. Do capitalismo, dos EUA, de Israel (já que decorre do judaísmo) etc. Já o islamismo, por ser a religião de muitos que combatem justamente os EUA, Israel e o capitalismo, passa a ser defendido. Sim, eles chegam a esse ponto. E, se duvida, pergunta o que acham de coisas como o Hamas (dica: vão defender e/ou justificar e/ou relativizar).

Enfim, é isso. Essa diferenciação define a esquerda. Não se esperaria deles nada diferente do aplauso ao hijab obrigatório seguido da vaia à faixa a Jesus usada voluntariamente.

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