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Organizadores mantêm ato, mesmo com proibição: querem vítimas para inverter a narrativa

Estratégia vergonhosa.

A lógica é simples até demais: se um grupo de pessoas começa uma quebradeira, a polícia interferirá e, a depender do grau do vandalismo e do número de pessoas, essa interferência pode ser violenta Não há como permitir manifestações violentas, que destroem bens (públicos ou privados) e colocam em risco a vida das pessoas.

Não se trata de “fascismo” nem opressão antidemocrática, mas antes e acima de tudo a justa garantia das prerrogativas de liberdade de TODOS OS DEMAIS. Chega a ser ridículo precisar dizer o óbvio, mas os tempos estão confusos.

E agora, mais essa: mesmo diante da proibição do ato na Paulista no próximo domingo, considerando especialmente a violência extrema havida nos últimos protestos, os organizadores mantiveram tudo agendado. Vão para o enfrentamento.

O objetivo, por óbvio, é fazer vítimas. Não se trata da “luta pela democracia”, mas sim de uma disputa narrativa. Querem provocar ao extremo, para que a polícia precise agir e, assim, alguém invariavelmente acabe ferido. E essa pessoa ferida será usada como ferramenta de chantagem política por meio da guerra de comunicação.

Um jogo sujo e deprimente.

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