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Para PGR, somente a delação de Cunha não basta; sua mulher e filha também precisariam colaborar

Como as investigações estão avançadas, seria preciso um fato novo, e esse fato somente chegaria com as demais delações.

Eduardo Cunha (PMDB/RJ) é uma figura complexa, como todos sabemos. Seu papel de anti-herói foi crucial para dar início ao processo de impeachment de Dilma Rousseff, mas independentemente disso ele se vê em maus lençóis. Sua própria queda, aliás, teve efeito dúplice: para ele, uma derrota (óbvio), mas serviu para consolidar como lorota a “tese do golpe” disseminada pelos petistas.

Segundo a tese (demolida pelos fatos), tudo seria uma armação para livrar a cara de Cunha. E aí deu no que deu e não conseguem mais segurar a lenga-lenga do “golpismo”.

Mas há uma outra faceta ainda mais complicada: como Sergio Moro aceitou a denúncia contra a esposa do peemedebista, as coisas passaram a ganhar novos contornos, tanto mais pela já próxima votação que pode tirar de vez seu mandato. E é aí que entra essa nova parte da história.

Fala-se muito numa delação premiada de Eduardo Cunha, mas seria verdade? Seria só ameaça? A repórter Andréia Sadi, da Globonews, traz algumas outras informações, conforme postas a seguir:

 

E agora? Se for um blefe, pode dar muito errado. Mas, se for mesmo uma delação, talvez ajude a derrubar mais alguns pilares da política.

Seria ótimo.

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