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Para quem dizia não respeitar delator, Dilma adorou a delação de Machado

A presidente afastada anda se permitindo até mesmo metáforas e trocadilhos sobre o tema.

Há quase um ano, Ricardo Pessoa disse ter dado R$ 3,6 milhões em propina à campanha de Dilma Rousseff. Como respondeu a então presidente? “Não respeito delator!” Agora, afastada do cargo por motivo de força maior (a de milhões de brasileiros que foram às ruas exigir-lhe o afastamento), a petista não para de se lambuzar na delação de Sérgio Machado, cujos grampos derrubaram dois ministros do governo Temer.

No último dia 30, em ato na UnB, Dilma permitiu-se até mesmo trocadilhos infames, além de metáforas confusas:

“Se a imagem de uma árvore sendo cortada por um Machado representa um golpe militar, uma árvore democrática sendo morta por um parasita representa o golpe que estamos vivendo.”

Claro, não é golpe coisa nenhuma e o caso de Dilma já levanta questionamentos sobre a saúde da presidente afastada. Mas é sempre importante ressaltar o oportunismo petista. Sempre que lhe convém, o discurso muda na maior cara de pau.

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