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Partido de Marina aproveita o silêncio petista diante da absolvição de Temer e Dilma no TSE

O pós-PT ganhando mais corpo.

Quando o julgamento do TSE já estava perto do desfecho, tratamos aqui do fato de que resultado positivo a Michel Temer também o seria ao PT e, desse modo, sobretudo para manter a narrativa, o partido não faria grandes protestos contra a absolvição da chapa.

Como não existe vácuo na política, quem ocupou tal espaço foi o Rede, partido de Marina Silva.

Foi a legenda que entrou com ação, no STF, para anular o julgamento do TSE. Claro que é apenas um jogo de cena, uma iniciativa de comunicação (sem grandes prognósticos efetivos), mas ainda assim o PT jamais faria isso. Não pediria para anular a decisão que, trocando em miúdos, deixou de considerar a campanha de Dilma Rousseff ilegal. Desse modo, os adversários na esquerda nadam de braçadas.

Vendo em retrospecto, e somando diversas ocasiões e fatores diversos, é razoável supor que boa parte da “esquerda light” adotará a legenda como oficial. O deputado Alessandro Molon, do Rio de Janeiro, é figura constante em diversas emissoras, sobretudo na Rede Globo. E ocupa esse espaço principalmente pela má-fase do PT e dos petistas (curiosidade: ele próprio, até pouco tempo atrás, era do Partido dos Trabalhadores, assim como a própria Marina Silva, grande líder do Rede).

As apostas para o pós-PT estavam entre PSOL e Rede. É possível que já se tenha um “favorito”.

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