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A Playboy americana foi mais uma a aderir ao “marketing do lacre” e se dar mal

O diretor de criação da marca é bem claro ao afirmar que a decisão de eliminar a nudez foi um erro

O que é “marketing do lacre”? O Implicante explica: é a tendência publicitária de enquadrar estratégias de mercado ao discurso esquerdista. O que não faz sentido, já que a esquerda odeia o mercado, o capitalismo, o ocidente como um todo. Enfim… É o hábito sem sentido de desagradar o público alvo agradando uma minoria que, na primeira oportunidade que tiver, irá destruir a vitrine de sua loja.

Em 2015, a Playboy americana tentou fazer a graça e, mesmo sendo um dos símbolos da liberdade de expressão e das mulheres no mundo, aboliu de suas páginas a nudez feminina. Hoje, Cooper Hefner, diretor criativo da marca, diz ser o primeiro a admitir que essa estratégia foi um erro:

“Serei o primeiro a admitir que a forma como a revista retratava a nudez estava ultrapassada, mas eliminá-la totalmente foi um erro. A nudez não era o problema, porque a nudez não é um problema. Hoje nós recuperamos nossa identidade e reivindicamos quem somos.”

O mundo precisa voltar à maioridade. E entender que o que é feito entre adultos e que conte com o consentimento de ambos não é errado. Certamente, essa decisão equivocada custou o emprego de muita gente, e o sustento de muita família. Que o movimento seja melhor calculado numa próxima.

Fonte: G1

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