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Por que Dilma pretende passar oito meses no exterior depois do impeachment?

Confirmado o afastamento definitivo, ela passará uma temporada em outros países. Mas por quê? Insistir na “narrativa do golpe”? Poupar os candidatos petistas nas eleições deste ano? Qual o real motivo?

Caso seja afastada em caráter definitivo, Dilma Rousseff pretende passar uma temporada no exterior. A julgar pelos números de ontem no Senado Federal, e considerando que para todos os efeitos ela já seja oficialmente “ré” no processo do Impeachment, é provável que de fato ela realmente saia de vez.

Desse modo, segundo informa a colunista Monica Bergamo, ela passará um período em outros países.

Dilma Rousseff - impeachment - exilio - Foto Adriano Machado Reuters

Mas por que isso? Há duas respostas mais razoáveis:

a) forçar uma narrativa de “exílio”, para mais uma vez tentar colar a ladainha de “golpe”, algo em que ninguém acredita (nem os próprios dirigentes petistas) de tanto que é algo furado; ou

b) poupar os candidatos a prefeito do PT, que já fogem de Dilma (e Lula, vale lembrar) como o diabo foge da cruz.

Ou ainda uma soma dos dois. Nossa aposta, aliás, é nessa hipótese da soma. Nossa outra aposta, na verdade mais um desejo, é que esses oito meses se transformem em oito anos ou mais.

Exceto, claro, se sua presença for necessária para algum procedimento das operações ora em curso. Aí surgiria uma “opção C” na qual nem pensamos e nem queremos pensar.

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