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Por que não corrigiu a imprensa antes de ser desmentida? Dilma confirmou que sacrificou Nego

Dos cinco cães de Dilma, só um continuará morando ela, mas apenas depois de novembro

Nego é um labrador que Dilma Rousseff ganhou de Zé Dirceu quando o substituiu na Casa Civil. Em 2010, foi usado pela propaganda do partido para ajudar a fazer da petista a sucessora de Lula. Com o mandato cassado pelo processo de impeachment, a Folha de S.Paulo noticiou que o animal, com a saúde frágil, seria adotado por um ex-assessor da ex-presidente, pois não teria condições de viajar para Porto Alegre. Na mesma data, O Antagonista desmentiu a informação: Nego seria sacrificado.

No fim-de-semana, o jornalista Cláudio Humberto confirmou que o labrador sofreu uma eutanásia por estar “velho e doente”. E mais: os funcionários do Alvorada estariam indignados pois, segundo eles, o cachorro “tinha condições de sobrevida digna, até sua morte natural“.

Muitos duvidaram dos desmentidos, mas a própria Dilma Rousseff emitiu uma nota negando o abandono, mas confirmando o sacrifício do animal. Segundo o texto, Nego, “além da idade avançada, foi diagnosticado pelo veterinário como portador de mielopatia degenerativa canina“.

A nota ainda explica que a petista tinha cinco cachorros, todos adotados, mas nenhum deles se encontra com Dilma. Apenas um deles deve voltar aos seus cuidados em novembro, quando se estabelecer em Porto Alegre.

Uma questão, contudo, segue pertinente: por que deixou a Folha de S.Paulo erroneamente noticiar que o animal seria adotado, quando na verdade seria sacrificado? Ou ainda: quem passou essa informação para o jornal? E com qual objetivo?

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