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Por que, no governo Dilma Rousseff, o Palácio do Planalto precisava de 61 garçons?

As 61 demissões renderão uma economia de quase R$ 5 milhões aos cofres públicos todo ano

Assumida a Presidência da República, o governo Temer encontrou 213 funcionários trabalhando nos quatro andares do Palácio do Planalto. Desde aquele 12 de maio, demitiu 61 deles. Sem qualquer sentido, o Estadão destacou na manchete que se tratavam de 61 garçons, quando o próprio lead da matéria explica que a conta inclui copeiros, encarregados e auxiliares de serviços gerais.

Mais importante do que isso: não foi contratado ninguém para os seus cargos. A força de trabalho foi reduzida em 29%, o que gerou uma economia de R$ 4,9 milhões ao ano, uma média de R$ 80 mil por demitido.

Em outras palavras, seria o caso de aplaudir o gestor público pelo corte de gastos otimizando o uso dos caros impostos que pagamos. Mas a imprensa brasileira parece gostar de soar delinquente. E fingiu não perceber o absurdo de Dilma Rousseff necessitar do auxílio de 61 garçons – ainda que o número não faça qualquer sentido.

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