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Precisava ter raspado a cabeça dele? Sim, precisava – e a explicação é simples e vergonhosa

De fato, bem simples. E muito vergonhosa.

Na penitenciária, onde cumpriria sua pena de prisão provisória, Eike Batista teve os cabelos raspados. Alguns suscitaram que não foi bem assim, mas apenas foi-lhe retirada a peruca, numa mistura de maldade e certa dose de ceticismo. Mas as coisas são um pouco menos elaboradas: raspa-se o cabelo do preso porque há infestação de piolhos na penitenciária.

Explicação simples. E muito vergonhosa, porque é inacreditável, nos dias de hoje, que o estado não consiga dar jeito nas condições sanitárias periclitantes dos presídios – se bem que mesmo zonas residenciais urbanas têm córregos a céu aberto, deixando claro que o Brasil ainda é um país deplorável nesse tipo de coisa.

Desse modo, e vergonhosamente, é NECESSÁRIO raspar a cabeça de todos numa penitenciária.

Vale lembrar, afinal, que a pediculose – doença provocada pelos piolhos -, em casos extremos, pode provocar até mesmo a anemia, além do aumento de risco de contágio de outras doenças, considerando os ferimentos provocados pelas coceiras na cabeça.

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