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Presidente defendido por Dilma pediu a prisão de 42 jornalistas na Turquia

E cada vez mais fica claro que o golpe na Turquia aconteceu após o levante militar contra Erdoğan

Quando os militares tentaram tomar o poder na Turquia, Dilma Rousseff se apressou a defender Tayyip Erdoğan, político que, como primeiro ministro ou presidente, comanda a Turquia desde 2002 e alegava sofrer um golpe de estado. Disse a presidente afastada que “um governo eleito não pode ser derrubado” e “o presidente Erdogan foi eleito pelo povo da Turquia“.

Quando os tweets foram publicados, já havia a desconfiança de que tudo não tinha passado de uma enorme farsa armada pelo próprio governo turco apenas para justificar a transformação completa do país numa ditadura (algo que, curiosamente, acredita-se ter sido feito também por Hugo Chávez na Venezuela). Dentre uma dúzia ou mais de notícias que fortalecem a tese, uma recente assusta: Erdogan, o presidente defendido por Dilma, pediu a prisão de 42 jornalistas.

Dias atrás, Dilma usou toda a complicação na Turquia para fazer-se de vítima, mas apenas meteu os pés pelas mãos.

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