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Protesto esquerdista: uma minoria de vândalos e uma maioria usada como escudo humano

Até grávidas, bebês e cadeirantes são explorados nessa tática maquiavélica da esquerda

A população precisa entender que certas coisas não ocorrem por acaso. Nos protestos do inverno de 2013, um roteiro se tornou enfadonho em vídeos que corriam nas redes sociais: jovens com o rosto escondido causavam destruição nas principais cidades do país; no que a polícia se aproximava, corriam para trás de manifestantes que, com o rosto à mostra, gritavam “sem violência”. Quando a polícia buscava dispersar o grupo, sobrava para todo mundo. E a imprensa, sempre conivente com o vandalismo, corria para contar a história da “vítima da repressão”.

Após o afastamento definitivo de Dilma Rousseff, ao que tudo indica, a novela vem se repetindo. Não faltam relatos de vandalismo, mas, segundo os próprios manifestantes, a polícia partiu para cima de quem protestava pacificamente.

Quem conhece o método sabe que, para provocar as forças policiais, não há qualquer pudor ao se usar até mesmo cadeirantes, grávidas ou bebês de colo, formando uma espécie de pelotão entre a polícia e os black blocs.

Coincidência ou não, uma das imagens que mais correu as redes sociais a respeito do protesto contra o impeachment de Dilma é a que estampa este texto. Nela, um adesivo alega que o Brasil vive hoje uma ditadura e que o juiz Sérgio Moro deveria ser preso. Onde está esse adesivo? Nas costas de um bebê amarrado no peito de quem parece ser o seu pai. Isso depois de uma semana inteira em que todos os atos com objetivo semelhante terminaram com vandalismo protagonizado pelos tais black blocs, e que uma jovem perdeu a visão de olho após a explosão de uma bomba de origem ainda não explicada.

escudo-humano

Esse pai queria apenas levar o filho à manifestação? Ou queria uma histórica trágica para reclamar à imprensa?

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