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Rombo fiscal deixado pelo governo Dilma bancaria com folga 4 anos de Bolsa Família e MinC

O troco ainda garantiria a antecipação de novas eleições presidenciais e um ano de Lei Rouanet

Umas das prioridades de Michel Temer é revisar o estrago econômico proporcionado por Dilma Rousseff, em especial quando, ciente da derrota no impeachment, a ex-presidente começou a sabotar as contas públicas – autorizando gastos sem qualquer receita que os justificasse.

Na versão ainda oficial da equipe de Dilma, o défict de 2016 chegará a R$ 96,6 bilhões. Mas ninguém acredita que o número final fique abaixo de R$ 118 bilhões. E, na Comissão do Orçamento, já se trabalha com um prejuízo mínimo de R$ 125 bilhões.

Esse valor absurdo poderia, por exemplo, bancar com folga 4 anos de Bolsa Família (R$ 28,1 bilhões neste ano) e do Ministério da Cultura (R$ 2,6 bilhões) e ainda sobrariam R$ 2,2 bilhões que custeariam com tranquilidade a antecipação de novas eleições (R$ 1,2 bilhão) e ao menos um ano de Lei Rouanet.

Mas não bancará. Porque a gestora preferida dos defensores do Bolsa Família, do Ministério da Cultura, da Lei Rouanet e da antecipação de novas eleições presidenciais era corrupta e incompetente.

Que fique de lição.

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