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Se Dilma mandava toneladas para Cuba, Temer zera o imposto do feijão

Com a redução do imposto de importação, pretende-se baixar o preço do produto no país

No último dezembro, Dilma Rousseff não só mandou 625 toneladas de feijão para Cuba, como fez o contribuinte brasileiro pagar o frete da carga. Ainda que a quantidade não faça frente à produção nacional, o movimento reduz a oferta do produto no Brasil. Mesmo que a influência da medida na alta do grão seja minúscula, serve de símbolo da política petista então em voga.

Agora, o governo Temer segue no sentido oposto, e zerou o imposto de importação junto ao Mercosul. Com isso, pretende aumentar a oferta do produto localmente e forçar a queda nos preços. O que também simboliza uma mudança de postura: se, antes, priorizava-se a graça com o imposto arcado pelo brasileiro, agora busca-se soluções práticas para problemas reais – sejam eles herdados do PT ou não.

Aos poucos o impeachment muda o Brasil. De novo.

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