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Soberana, Janaína, é a Constituição que o Senado rasgou e o STF é obrigado a proteger

Janaína Paschoal é contra que se busque reverter a decisão que blindará Dilma da Lava Jato

O Implicante é fã – de carteirinha! – de Janaína Paschoal e muito respeita suas opiniões, assim como é grato a todo o seu empenho nos últimos anos. Mas não há como concordar com a postura assumida por ela após a conclusão do impeachment de Dilma Rousseff. Segundo a criminalista, a decisão não deveria ser contestada no STF para não corrermos o risco de o julgamento ser anulado e Dilma Rousseff voltar ao poder. Em outras palavras, ela prefere que a Constituição seja rasgada em benefício da petista, de Eduardo Cunha e de tanto outros corruptos que um dia serão cassados, a correr o risco de fazer uma nova votação.

Em dado momento, ela diz: “Eu estou convicta de que o Senado é soberano e o STF não pode mudar uma vírgula do que foi decidido“.

Com o máximo respeito à opinião de Paschoal, soberana é a Constituição que o Senado cinicamente rasgou e que cabe ao STF defender.

O Congresso tem voto em suficiência para botar moral no STF, que nenhum voto tem, para que cumpra a lei. Até mesmo para validar a primeira votação, aquela que cassou Dilma Rousseff, e invalidar a segunda, aquela que abriu brechas para que ela e todos os corruptos de Brasília se blindem da Lava Jato.

O STF precisa entender que ele é um guardião da lei, e não da corrupção. E de uma vez por todas.

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