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Técnico de Zanetti admitiu que não sabia do apoio das Forças Armadas ao esporte amador

Mas, ao contrário das críticas equivocadas, o “mea culpa” não está sendo devidamente destacado na imprensa

Marcos Goto fez pouco caso do apoio dado pelas Forças Armadas a Arthur Zanetti alegando que a corporação não fazia um trabalho de base. Isso, claro, animou a imprensa – com o perdão da redundância – esquerdista que, desde os Jogos Pan-Americanos do ano passado, está explicitamente incomodada com a continência prestada no pódio pelos atletas militares. No entanto, já no dia seguinte, o técnico do medalhista olímpico reconheceu que estava mal informado. E, claro, a imprensa – com o perdão da redundância – esquerdista não está fazendo o mesmo barulho.

Disse Goto:

“Não foi, de jeito nenhum, uma crítica ao que os militares fazem para o esporte. Não fiz queixa, dei minha opinião pessoal. Hoje fiquei sabendo que existem alguns projetos que fomentam o esporte. É uma alegria saber disso. Tanto eu quanto o país não sabíamos, hoje o país está sabendo que existem projetos. Vamos olhar pelo lado bom: acabou que todo mundo ficou sabendo. Fui convidado para conhecer a formação do esporte amador. Fui informado que vai ser iniciado um trabalho com ginástica. Então vamos ver o lado bom…”

Até o momento da redação deste texto, o Brasil já tem a certeza de conquistar 13 medalhas olímpicas (duas duplas de vôlei de praia já estão nas finais e disputarão o ouro). Destas, nada menos do que 11 vieram de atletas militares. Inclusive, os três ouros já conquistados – que podem virar cinco em breve.

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