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Tiro no pé: a burrice esquerdista ajudou no sucesso do filme sobre Olavo de Carvalho

Mais uma patetice da esquerda.

Da esquerda pra direita: Matheus Bazzo, Olavo de Carvalho e Josias Teofilo

“O Jardim das Aflições”, do cineasta pernambucano Josias Teófilo (à direita na foto), que retrata o filósofo Olavo de Carvalho, é uma obra com méritos bastantes para todo e qualquer sucesso. Porém, como se sabe, não é o que tende a acontecer com quem desafie o esquerdismo.

Exceto, claro, quando a estratégia canhota é calcada em sua própria burrice existencial e essencial. E foi o que houve.

Pouco antes da estreia do documentário, cineastas esquerdistas promoveram um “boicote” e, com isso, o filme passou a ganhar a atenção também daqueles menos envolvidos com a política. Um marketing espontâneo que certamente repercutiu na bilheteria. Depois disso, a revista Época tratou do tema, também citando outros casos, e assim mais propaganda positiva apareceu na grande imprensa (que, sabemos, não é exatamente “direitista” em seus cadernos culturais).

Eis que Danilo Gentili, líder de audiência em seu horário, entrevistou não apenas o cineasta, mas também Olavo de Carvalho (vejam a seguir; voltamos depois):

Daí pra frente, sucesso. E todo esse processo é registrado no artigo de João Brizzi, publicado na revista Piauí

CLARO que o filme continuaria sendo uma ótima obra, independentemente do “boicote”. Mas é também óbvio que, com a medida estapafúrdia (e, vamos sempre lembrar, autoritária), a esquerda deu visibilidade ao documentário, ajudando a impulsionar seu sucesso. É o que acontece com quem vive numa microbolha que julga refletir as ideias do resto do mundo.

Quanto ao mais, que “O Jardim das Aflições” abra caminho para mais e mais obras.

psleiam a resenha feita por nosso colunista Thiago Pacheco.

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