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Um ano antes, aeronave idêntica à usada por Teori Zavascki também caiu em Paraty

Nada foi feito para evitar que aquele acidente se repetisse?

Era verão, era janeiro. Um bimotor King Air modelo C-90 decola às 13h34 do Campo de Marte, em São Paulo, mas não chega a aterrissar, desaparecendo nas proximidades de Paraty, Rio de Janeiro. Não. Não se trata do acidente que vitimou o ministro Teori Zavascki, mas do que levou a óbito o piloto e co-piloto da aeronave de prefixo PP-LMM, um ano antes.

O próprio contexto do acidente lembra o que matou o juiz que arbitrava a Lava Jato em Brasília. Por conta do mau tempo, a tripulação precisou arremeter. Só na sequência veio a queda. Contudo, não caiu no mar, mas na mata.

Ao mesmo tempo em que enfraquece a tese de sabotagem contra o ministro do STF, a notícia fortalece a suspeita de irresponsabilidade do uso do espaço aéreo brasileiro. Um ano se passou e nenhuma medida foi tomada para evitar acidentes semelhantes?

Pior: um membro da Suprema Corte se sujeitou a esses riscos?

Isso não pode continuar assim.

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