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Vargas, o ditador que enviou uma judia grávida à Alemanha nazista e virou herói da esquerda

Não é raro na esquerda.

O noticiário voltou a divulgar a história de Olga Benário, militante socialista e esposa do igualmente militante Luís Carlos Prestes. Agora, porque sua filha, Anita Leocádia, está lançando novo livro sobre a história da mãe.

E isso traz à baila um fato terrível, que soa contraditório, mas encontra respaldo em situações similares.

Getúlio Vargas, tratado como herói pela esquerda brasileira, foi o responsável pela morte de Olga num campo de concentração. Pois foi o referido ditador que a enviou à Alemanha nazista. Como ela era judia, foi morta pelo regime de Hitler. Mais monstruoso ainda que tenha sido enviada mesmo estando grávida – Anita Leocádia é justamente a filha nascida.

Sim, o “regime varguista” era uma ditadura, que passou a ser ignorada por boa parte da militância depois da aliança entre Getúlio e os socialistas (já na década de 1950, quando foi eleito à Presidência da República). O esquerdismo também o saúda porque repetiu no Brasil o que fizera Mussolini na Itália: baixou normas regulando as relações de trabalho. Sim, a CLT é obra da ditadura varguista.

A adoração, portanto, não é caso isolado. Basta ver o que a esquerda fala de Stálin, Fidel Castro, Che Guevara e tantos outros…

Fonte: Folha de SP

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