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Violência contra a mulher, pesos e medidas: os que atacam Feliciano e se calam com Telmário Mota

Mais um caso em que pesos e medidas não são os mesmos a depender da ideologia de quem pratica o ato.

Não é de hoje que a militância esquerdista pega uma bandeira, seja qual for, e finge defendê-la com unhas e dentes, até o momento em que algum esquerdista se vê enrolado nessa mesma pauta. Aí, claro, acabam relativizando ou mesmo ficando quietos (a regra geral é o silêncio, que contraria os gritos exacerbados quando a culpa recai sobre alguém da outra trincheira ideológica).

Vejamos o caso do senador Telmário Mota, do PDT, apoiador de Dilma Rousseff, e que votará contra seu impeachment no Senado Federal. Provavelmente muitos nem ficaram sabendo que ele foi acusado de espancar uma garota de 19 anos, com quem teria um relacionamento amoroso desde que ela era menor de idade (o parlamentar tem hoje 58 anos).

Marco-Feliciano---Telmario-Mota---Violencia-contra-a-mulher

A vítima fez denúncia perante as autoridades e foi realizado EXAME DE CORPO DE DELITO, que constatou a existência da agressão. Mas, dias depois, ela recuou. De todo modo, o caso continua tramitando, mas por conta do Foro Privilegiado demorará um bocado.

Pois é, você certamente não viu os que agora gritam contra Feliciano reclamarem desse caso. Não falaram nada, nem um “a”.

E, sim, estão CORRETOS em cobrar de Marco Feliciano (acompanhe aqui a cronologia do caso), mas mostram que não defendem uma causa na hora de silenciar diante de Telmário Mota. Coincidentemente, vejam só, um aliado de Dilma e opositor do impeachment. Um esquerdista.

Fica claro que não lutam por uma causa, mas sim usam essa causa para escamotear a pauta esquerdista. Nada de novo.

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