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Wagner Rossi segue exemplo de Palocci e pede demissão pra não ser incomodado pela “mídia”

Há pouco mais de 12 horas, publicamos este post relatando a diferença de tratamento dado por Dilma a representantes do PMDB e integrantes do Partido da República envolvidos em escândalos de corrupção.

Pois é, foi só descuidar um pouco do noticiário e: pimba!, mais um ministro deixou o governo. O terceiro acusado por improbidade. Antes que venham contestar o título do post publicado esta manhã:  “A ‘faxineira’ do PT faz coleta seletiva: no PMDB ninguém mexe”, reiteramos o que dissemos porque, até onde se sabe, Wagner Rossi pediu demissão e não foi demitido.

Alguns alegarão que, a grosso modo, todos os ministros depostos apresentaram sua carta de demissão, que a presidente teria solicitado o cargo e a carta de demissão seria pura formalidade. Pois é, mas a história não é assim. Alfredo Nascimento do PR, após deixar o ministério dos Transportes, subiu à tribuna do Senado para dizer que “não era lixo” e que havia sido abandonado pela presidente. Palocci do PT e Wagner Rossi do PMDB, ao contrário, foram afagados por Dilma até o último dia no cargo. Palocci chegou a ser aplaudido por Dilma como mostra o vídeo abaixo. Já Wagner Rossi recebeu apoio incondicional da presidente.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=rYkaocl6tVM[/youtube]

Mas então, se Rossi tinha apoio de Dilma e do PT, por que Rossi deixou o cargo? Simples, pra não ser mais o foco das atenções da imprensa, ainda mais depois que a Polícia Federal decidiu abrir inquérito para apurar as denúncias veiculadas justamente pela “mídia”. Palocci fez o mesmo e pediu as contas pra não ser importunado. Funcionou.

Virou pó: na foto acima, apenas Dilma e Mantega permanecem nos cargos

 

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