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Um dia após prometer contratar 10 mil refugiados, Starbucks vê cair o preço de suas ações

O mercado financeiro costuma defender o capitalismo

Quando a esquerda americana marchou contra a posse de Donald Trump, black blocs direcionaram todo o ódio que sentem do ocidente a marcas símbolo do capitalismo. Por isso, um dos vídeos que mais viralizou naquele 20 de janeiro mostrava uma vitrine do Starbucks sendo destruída.

Dias depois, aderindo ao que o Implicante gosta de chamar de “marketing do lacre”, a rede de fast food anunciou que, em resposta ao bloqueio de visto para sete nações islâmicas ligadas ao terrorismo, pretendia contratar 10 mil refugiados.

Um dia depois, as ações da companhia enfrentaram um rotina de queda no mercado financeiro:

Nada que surpreenda os editores do Implicante. O “marketing do lacre” costuma se basear apenas no instinto dos autores da ideia. E busca agradar justo um público que odeia o capitalismo, ao ponto de estilhaçar vitrines de uma rede que vende cafés pelo mundo.

O mercado financeiro, contudo, sabe que isso costuma ser uma roubada. E foge correndo de enrascadas como essas.

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