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Usem outra desculpa: a história prova que as piores tragédias vieram das “minorias radicais”

A maioria pacífica do islamismo não pode se calar diante do radicalismo islâmico

O vídeo mais abaixo mostra uma resposta dada pela jornalista Brigitte Gabriel a uma muçulmana que a acusou de estar sendo preconceituosa com islamistas. O discurso rebate o argumento de que “apenas” uma minoria islâmica seria radical.

Bom… Quando se fala de um grupo que contempla 1,2 bilhão de pessoas, mesmo uma minoria pode ser maior que a população de todo os Estados Unidos. E isso é só uma das coisas explicadas por Gabriel. Porque, como ela bem exemplifica, há dois problemas graves em jogo: o radicalismo da minoria, e o silêncio da maioria.

Mais do que ninguém, os islamitas moderados deveriam combater o radicalismo islâmico. Afinal, são esses as primeiras vítimas destes. No entanto, ouve-se apenas gritos contra o que chamam de xenofobia.

A maioria islâmica, aquela pacífica, precisa entrar nessa guerra. Mas também apontar seu alvo contra os radicais islâmicos. Ou de nada adiantará.

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